Quando Cadence of Hyrule saiu em 2019 considerámo-lo uma exelente entrada no mundo de Legend of Zelda, com arte bi-dimensional fantástica que emulava outros títulos portáteis da série da era do Game Boy Adavance e uma banda sonora fantástica.

Desde essa data o videojogo teve uma pequena quantidade de atualizações. Uma delas incluiu um pequeno modo de história focado no vilão Octavo, que pouco se diferenciou da campanha original, salvo uma pequena surpresa…

Contudo, a verdadeira surpresa foi o Season Pass que nos trouxe uma mão cheia de conteúdo pago, que expandiu consideravelmente esta aventura de ritmo.

Com todo o seu conteúdo lançado digitalmente e com a versão física disponível nas lojas, que inclui todos estes extras, está na altura de revisitar Hyrule neste artigo.

O primeiro pacote incluído no passe é um conjunto de 5 novas personagens para usar fora do modo de história. Dark Link e Dark Zelda não diferem muito dos homólogos originais, têm algumas diferenças estéticas como novas animações, mas não fogem muito disso. Impa do universo de Legend of Zelda, é direcionada para partidas normais, ela usa uma lança e técnicas de substituição Ninja para escapar de ataques inimigos. 

Frederick e Aria e do universo de Crypt of the Necrodancer são direcionados a jogadores mais experientes com dificuldade acrescida. Frederick, o vendedor que encontramos durante o jogo, usa a sua voz para afastar os seus inimigos, e tem a sua vida ligada à sua carteira de Rupees que vai decrescendo com o tempo. Aria tem apenas um Hit Point que não é expansível, e morre de imediato mal o jogador perde o ritmo da música.

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O segundo pacote inclui um conjunto de banda sonoras alternativas, que podem ser configuradas por personagem ou por faixa de música. Todas elas de grande qualidade, óptimas para dar alguma variedade a novas partidas que queiras fazer. O único senão é que apesar de poder alterar as faixas em massa por todas as personagens, não é possível trocar a banda sonora completa de uma vez. Temos de escolher o que queremos faixa a faixa.

O terceiro pacote é definitivamente o mais recheado, um novo modo de história focado no Skull Kid numa versão estendida da secção final da campanha normal. A jogabilidade é ligada a várias máscaras que Skull Kid pode apanhar durante a sua aventura, claramente baseado em Legend of Zelda: Majora’s Mask. Estas máscaras dão uma arma única e outras habilidades a Skull Kid.

O mapa novo é mais pequeno do que o mapa normal de Hyrule, mas contêm novos inimigos e duas novas masmorras que introduzem também novos bosses. Apesar de tecnicamente ser uma aventura mais curta, é muito mais difícil que a original que faz as delícias de quem achou o jogo base demasiado fácil. Uma das duas novas masmorras é sem dúvida uma das mais difíceis que alguma vez apareceram num Legend of Zelda! Os fãs mais agarrados não podem perder.

Isto, para não falar que o novo mapa pode ser acedido em novas partidas que foram começadas no mapa de Hyrule, como por exemplo o modo de História de Link e Zelda. Ir pelo caminho mais longo e fácil para o Final Boss, ou pelo caminho mais curto e difícil? A escolha é tua… E nada vai parar um colecionista que quer fazer dois mapas na mesma partida, de qualquer modo.

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Cadence of Hyrule Season Pass já está se encontra disponível para a Nintendo Switch, tanto em formato digital como em formato físico (incluído no jogo original)

Conclusão da Análise
Lizalfos camuflados a abanar os ombros!
9
Sou um mago vermelho da cromice, sou fanático de todos os média mas mestre em nenhum. No entanto os meus pontos estão alocados principalmente para os videojogos. Ao contrário do que é esperado da minha laia, eu adoro o ar livre, principalmente do campo. Adoro esticar as minhas pernas e apanhar muito sol... Será que algum dia vou conseguir a minha promoção para feiticeiro vermelho?