Lançado, inicialmente, como um exclusivo PlayStation VR, Paper Beast chegou recentemente à Steam VR, abrindo a porta para uma panóplia de jogadores de diferentes headsets puderem desfrutar desta fantástica obra da Pixel Reef.

Antes de mais, recorda aqui a análise ao jogo.

paper beast

Apesar de a experiência manter-se a mesma, sem qualquer adição de novos conteúdos ao já existente modo de história e sandbox, este port vem trazer-nos grandes melhorias de qualidade gráfica. Tendo experimentado o mesmo nos Oculus Rift, digo mesmo que é notável uma maior definição do mundo envolvente e das suas criaturas.

A nível de controlos, e visto que passámos da PlayStation Camera para, no meu caso, os sensores da Oculus, sendo também possível jogar com Valve Index, HTC Vive, e Windows Mixed Reality, a mobilidade do jogador e a interactividade do mesmo com o mundo, também receberam melhoramentos. A liberdade de movimentos e o tracking mais eficiente, vieram a amplificar a imersão do jogador, numa obra que já era bem consistente de se experienciar no conforto do PlayStation VR.

paper beast

O mundo de Paper Beast sente-se mais vivo e, tal como ele, o jogador sente uma maior responsabilidade pelo seu papel de zelar por estas criaturas origami, que necessitam da sua ajuda para resolver pequenos puzzles, que as ajudarão a sobreviver neste árido e inóspito deserto.

Se ainda não jogaste Paper Beast, aproveita agora que já está disponível para PlayStation VR e na Steam VR.

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