As batalhas mais coloridas do mundo dos videojogos estão de volta, com a chegada de Splatoon 3 para a consola híbrida da Nintendo! Mas será que esta nova entrada de uma das recentes franchises mais populares da Nintendo justifica a sua compra, quando comparada ao seu antecessor Splatoon 2? É isso o que vais descobrir aqui mesmo nesta análise, escrita do ponto de vista de um jogador causal-profissional, que experienciou todas as entradas desta franchise, desde o seu primeiro lançamento na já mais que esquecida Nintendo Wii U.

Sê bem vindo a Splatsville, a nova hub que será a tua casa, onde tudo agora está mais espaçoso, ao contrário do T0 onde estavas anteriormente em Splatoon 2. Aqui terás acesso a vários pontos de interesse, desde lojas de armas e de roupa, a outros novos edifícios como salas de treino e o leitor de amiibos de Splatoon.

Antes de mais, devo dizer que esta expansão de área deu-me uma grande sensação de confusão e desorientação. É visualmente dificil de perceber o quê é o quê, sendo que não consegues simplesmente saber no que é que estás a entrar dado que tudo está escrito em língua de lula, e só com algum esforço visual é que me consigo aperceber se um sítio é uma loja de T-shirts ou uma zona de treino. Claro que com o tempo uma pessoa habitua-se, mas o primeiro contacto com Slatsville não foi assim tão agradável.

No lado positivo, quero deixar a nota que finalmente podemos fazer skip às notícias que nos são apresentadas sempre que ligamos o jogo. Nos jogos anteriores, era um autêntico pesadelo estar a pressionar o botão para ir passando as mensagens sobre as rotações dos níveis e as conversas entre as apresentadoras. Mas agora, já podes simplesmente pressionar o analógico L para dentro, e as informações passam para a parte superior do ecrã em miniatura, parecendo que estás a acompanhar um podcast, o que te permite controlar a tua personagem e aceder aos menus normalmente. É caso para dizer: Booyah!

O modo campanha

No que toca à experiência single player, o destino chama-nos novamente para sermos recrutados pela grande equipa Squidbeak, em mais uma missão por parar os Octarians juntamente com os seus planos maléficos.

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Poderia dizer-te que este modo seria, mais uma vez, uma repetição dos outros dois jogos, mas… NÂO! Para além de estarmos perante uma história um pouco mais invulgar do que estamos habituados nas entradas anteriores, aqui os mapas do jogo estão cobertos de uma gosma que te transforma numa batata peluda, eliminando-te por completo ao mínimo toque. Para remover esta, é necessário utilizar um novo amigo, chamado Small Fry! Este é um pequeno salmão que podes utilizar como item de arremesso, tanto para este bater nos inimigos como também para eliminar esta gosma, sendo que precisas de utilizar ovas de salmão para o fortalecer o suficiente. No fundo, a chave para a progressão será conseguir o maior número de ovas de salmão, jogando os vários níveis do jogo, abrir caminho para o próximo mapa, e repetir.

É ainda possível ao longo da exploração dos mapas localizar alguns tesouros, como itens para colocares no teu cacifo (algo que falarei mais à frente), e ainda alguns itens colecionáveis. Já no que toca à informações sobre as origens do mundo de Splatoon, podemos contar pela primeira vez com informações que nos explicam como é que os inklings e os outros seres marinhos surgiram, e qual a ligação que existe entre eles e nós seres humanos. Para que estas informações sejam descodificadas, teremos de completar todos os níveis presentes numa determinada área para que possamos entender o que lá está escrito. Um excelente acréscimo à franchise!

No que toca às mecânicas dentro dos níveis, se jogaste o DLC de Splatoon 2, vais sentir-te familiarizado, pois todos os níveis abraçaram o seu conceito. No início do nível, terás que optar entre uma das armas que te dão a escolher, e pagar uma taxa de entrada (paga em ovas de salmão) para iniciares o nível. Nota que sempre terás que pagar para entrar em alguns níveis, mas terás alguns balões a flutuar pelo mapa que te darão ovas para que nunca fiques bloqueado no jogo por falta de pagamento.

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Em termos dos níveis e os seus desafios, posso dizer-te que continuam bem originais, não deixando margem para duvidar da criatividade dos criadores de Splatoon nem um pouco. Contudo, no que se refere à dificuldade, penso que há aqui uma grande oscilação. Considerando que estou no mesmo mapa de jogo: um nível pode ser super tranquilo de se fazer, mas o outro logo a seguir faz-me logo jogar as mãos à cabeça com a dificuldade que este apresenta. É 8 ou 80. Mas sempre com pensamento positivo, lá consigo terminar os desafios. É só uma questão de acreditar no poder da lula!

Claro que ainda podemos contar com novos Bosses, quais estou mortinho para falar neles. Contudo, pelo bem da experiência, caso decidas adquiri o jogo, não vou revelar detalhes. Apenas posso dizer que estes são muito originais e divertidos, e dão-nos uma boa pitada de desafio pelo meio.

Turf Wars: o que já estavas habituado, mas agora melhor!

Regressamos mais uma vez às zonas de batalha com arma na mão e muita vontade de sujar tudo de tinta!

As novidades aqui são algumas, onde primeiramente notamos logo que já não “surgimos” numa base térrea, mas sim numa máquina de tirar cafés voadora! Isto permite-te escolher e saltar imediatamente para uma zona de início no mapa ao invés de fazeres respawn sempre pelo mesmo “buraco” como assim antes o chamava. Além disto, podes também saltar diretamente para uma zona onde um/a parceiro/a teu/ua esteja, não deixando perder o ritmo de combate.

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A segunda novidade agora é o Lobby, o local onde procuras e crias partidas de jogo teve direito a uma zona própria onde podes ir treinando à medida que aguardas que a próxima partida comece. Este espaço é algo muito necessário, para que não estejamos só a olhar para um ecrã tedioso com os nomes dos jogadores que vão entrando na sala como antigamente.

Outra grande melhoria a meu ver, é a possibilidade de criar uma sala e chamar 3 outros amigos para se juntarem, e TODOS ficarmos na mesma equipa, ao invés de o jogo decidir aleatoriamente quem vai para qual equipa. Perdoa-me se estiver enganado mas em Splatoon 2 isto sempre me frustrava e ainda bem que a Nintendo ouviu os jogadores.

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Splatoon 3 chegou também com novos arsenais!

Agora temos mais um conjunto de armas que vão abrir janelas a novas estratégias, tanto para jogadores iniciante, como para os mais experientes. Algumas destas armas são Main Weapon, como a nova Splatana e Tri-Stinger que são armas para combate corpo a corpo e de longo alcance respetivamente. Já outras, sob a forma de especial weapon, são o novo Crab Tank que te transforma num tanque em forma de caranguejo, lançando uma barreira de tiros de tinta, e o caso de Zipcaster que te transforma numa espécie de Homem-aranha da tinta, ou melhor dizendo, Lula-aranha, que te permite lançar uma corda de tinta e chegar a locais praticamente inalcançáveis a grande velocidade, e colocando-te numa posição vantajosa.

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No que toca a armas passadas, algumas delas foram mantidas, mas com algumas alterações ao nível dos seus especiais e ajustes no alcance e no dano. Os especiais também foram preservados na sua maioria, sendo que infelizmente o SplashDown, o meu ataque especial favorito, ficou descontinuado, apenas estando presente no modo campanha e longe das arenas competitivas.

Já nos mapas de jogo, podemos contar com 5 novas arenas e outras 7 arenas que provêm dos jogos anteriores de Splatoon. Isto totaliza 12 no total, sendo todas estas rotativas consoante as horas do dia. Ainda que não consigas jogar em todas numa só sessão de jogo, podes treinar em todas elas, fazendo um reconhecimento de terreno, que está disponível a partir da praça do jogo.

À semelhança de Splatoon 2, isto será só o início. Conforme reportado pela Nintendo, no futuro teremos ainda mais arenas e armas a chegar, além das outras melhorias e ajustes feitos a tudo isto.

As batalhas ranked

As batalhas ranked ainda permanecem e estão aqui para ficar. Se procuras provar que a tua equipa é a melhor de todas, é aqui que terás que ir. Contudo, pensava que finalmente poderia ter o modo Turf War incluído nos ranks, mas parece que ainda não é desta, e muito sinceramente penso que isto não vá mudar tão cedo.

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Para ajudar um pouco mais com a desilusão, não vejo a introdução novos modos, para além dos já conhecidos Splatzones, Tower Defence, Rain Maker e Clam Blitz. Ok, já temos 4 modos que só por si são material de grande estudo para muitos jogadores profissionais, mas poderia haver pelo menos mais um, para ao menos dizer que a parte competitiva recebeu novidades sólidas.

Salmon Run: mais inimigos, mais chatices… e mais diversão!

Salmon Run foi um modo que sempre gostei de jogar, pelo facto de me conseguir pôr à prova dada a sua dificuldade incremental. Porém, um dos grandes problemas que possuía no Splatoon 2 era o seu período de abertura, onde este modo apenas ficava aberto em alguns períodos da semana. E eu detesto jogos que me privem de jogar quando queira.

Em Splatoon 3 estas restrições cairam por completo, já permitindo aos jogadores participarem nas caçadas 24h por dia! Além disso, implementaram uma grande mecânica no modo, que te permite agora lançar os salmon eggs à distância. Isto dá uma enorme vantagem em momentos de aperto quando estamos prestes a morrer ou o tempo estiver a terminar. É sem dúvida algo que utilizo a 100% nas minhas partidas.

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Em questões de adições novas, temos dois mapas novos, totalizando 3 no total. Já no que toca aos bosses, temos novas adições para além das presentes em Splatoon 2. Estes novos bosses acrescentam uma nova camada de dificuldade ao jogo e enriquecem mais a “diversão” sem quebrar a identidade que este modo tem mantido desde a sua implementação.

Mas espera, o que é isto? É um Salmão Godzilla! Sim, para além das típicas 3 waves que cada partida de Salmon Run tem, temos agora uma probabilidade de encontrar um Salmonid gigante que traz consigo uma fornada de Bosses. Aqui, invés de termos que angariar salmon eggs, temos que recolher e atirar os eggs contra o grande Boss. Esta Extra Wave é algo bem divertido e desafiante que nos permite ganhar mais alguns bonús antes de voltarmos ao nosso “lula-cóptero”.

As Splatfest mais coloridas de sempre!

À semelhança dos jogos passados, temos as grandes festas de tinta colorida chamadas de Splatfest. Aqui cada jogador decide votar num tópico específico (ex: Ketchup) e luta nas Turf Wars contra jogadores que votaram no tópico oposto (ex: Maionese), ao lado dos outros jogadores do seu tópico votado. No final dessa festa, os resultados são apurados e os grandes vencedores serão recompensados.

Já em Splatoon 3 temos não 2 mas sim 3 tópicos para votar! Algo verdadeiramente inédito e que vai criar ainda mais fricção entre votantes. Para além disto, temos ainda outra novidade presente: as batalhas entre os 3 tópicos! Nestas, a equipa que está atualmente a vencer o splatfest será confrontada com as outras duas equipas, ficando ligeiramente em desvantagem. Isto serve para equilibrar mais as equipas, deixando os resultados mais renhidos no final.

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Na minha primeira experiência, no que toca a encontros com oponentes de tópicos diferentes, praticamente só 1 equipa oposta é que foi surgindo. O tópico que tinha sido mais votado mal surgia nas minhas partidas. Não sei se isto foi alguma coincidência, mas senti que apenas existiam 2 equipas, e que a terceira simplesmente estava a descontrair à sombra da bananeira!

Por curiosidade, no final desta Splatfest acabei por vencer, numa competição bem renhida entre os dois melhores. Os cálculos para chegar ao vencedor estão muito melhores, com novas variáveis a se ter em conta, tanto para os que jogaram sozinhos e os que jogaram em equipa. Em adição, no início da Splatfest temos logo a informação dos votos, bem como o atual progresso das equipas até ao último dia desta festa, algo de absoluta relevância.

Tableturf Battles: Acredita no coração das…lulas?

Para desanuviar, Splatoon 3 agora também é um TCG! Sim leste bem, agora podes fazer batalhas de Turf War com um deck de cartas, chamadas de TableTurf Battles. Utilizando essas cartas, terás que pintar o máximo possível da área de jogo, abusando dos combos que te permitem utilizar ataques especiais e pintar por cima da área inimiga.

A forma de obter mais cartas é com a obtenção de boosters que recebes de várias maneiras, como em algumas áreas do modo campanha, ou aleatoriamente numa máquina de gatcha no Lobby. No total existem 162 cartas para colecionar, um número muito bom para uma primeira fornada de cartas, sendo que possivelmente há mais a caminho. 

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No que toca à escolha de partidas, podes escolher entre partidas de treino com o CPU, ou jogar contra um jogador que esteja presente em Splatsville (este também será jogado como uma partida CPU). Posso estar enganado, mas ainda não vi maneira de jogar PvP diretamente com alguém, quer seja online ou localmente. Talvez esta função venha numa próxima atualização.

No fundo, não passa de um jogo bem básico, sem grande profundidade e fácil de aprender. Isto dito por alguém que joga outros tipos de jogos de cartas. Espero que no futuro consigam evoluir este modo e torná-lo em algo mais competitivo e desafiador.

Personalização e estudos estratégicos

Splatoon 3 agora traz novos elementos de personalização, como poses dos Inklings, Battle Tags, backgrounds para os nomes e distintivos, para que possa distinguir-me facilmente dos outros jogadores e ter uma identidade própria. Também temos agora acesso a um cacifo, onde podemos colocar todos os nossos autocolantes, armas, roupas e itens colecionáveis, ficando disponível para os outros jogadores abrirem e dar uma vista de olhos na nossa obra-prima. Estes cacifos também vão sendo expandidos à medida que progrides nas batalhas, permitindo acrescentar ainda mais elementos lá dentro. Estamos a falar de uma panóplia de elementos de personalização disponíveis que poderás encontrar durante o modo campanha e ainda na nova loja de objetos em Splatsville.

Vai uma foto? Sim, aqui também tens direito a um sistema de selfies, que te permite sacar umas boas vistas da tua personagem, utilizando meia dúzia de filtros e adicionando algumas informações. Não é a melhor ferramenta fotográfica mas já é um começo. Pode ser que nas próximas atualizações de conteúdo não se esqueçam de adicionar mais algumas ferramentas e filtros.

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Fugindo um pouco da personalização, focando um pouco mais em ferramentas de estudo, temos agora a possibilidade de assistir às nossas batalhas, através de um sistema de replay. Esta excelente ferramenta de estudo permite-te assistir novamente as batalhas do ponto de vista de qualquer jogador, podendo aprender novas técnicas ou entender o que fizeste mal naquele momento específico do jogo, ou quem é que não deu o seu melhor. Para ajudar, podes ainda fazer upload e partilhar os teus replays favoritos com a comunidade, através de um código único gerado. Acho que não poderia pedir algo melhor que isto!

Uma das ferramentas que me acompanha durante o dia é a sub-aplicação da SplatNet 3 para o meu Smartphone. À semelhança de Splatoon 2, esta ferramenta permite-me encomendar acessórios de roupa exclusivas, consultar os horários das próximas rotações e quais as arenas que vão entrar. Também é possível ganhar outros itens especiais e até mesmo wallpapers para o teu Smartphone com a SplatNet 3: Wandercrust, utilizando pontos especiais que recebes conforme vais pintando nas TurfWars. Estas são apenas algumas das coisas que podes fazer nesta sub-aplicação, que se encontra dentro da App Nintendo Online, que te mantém de certa forma conectado ao mundo de Splatoon 3, mesmo quando não tens a tua Nintendo Switch por perto.

Performance, os visuais e a música fresca!

Splatoon 3 não peca em termos de performance quando se trata das batalhas. O jogo corre lindamente como manteiga numa frigideira quente. Dito isto, posso fechar os olhos ao baixo framerate quando nos situamos na Splatsville, ou quando assistimos a algumas cutscenes no modo campanha. O mesmo se aplica no modo portátil, que mantém tudo estável. Se possuíres uma Nintendo Switch OLED, este jogo vai ser uma bomba de cores vibrantes, especialmente durante as Splatfest!

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Já quando chegamos à parte da estabilidade das batalhas online, estamos perante um problema já muito comum de Splatoon 2: As quebras e erros de comunicação regulares fazem parte do jogo, o que não é do meu agrado e muito provavelmente não será do teu. Desculpando um pouco agora, caso alguém se desconecte no início de uma partida, esta pára de imediato, penalizando apenas o jogador que se desconectou. Isto evita aquelas batalhas injustas de 4 contra 2 jogadores, que tipicamente aconteciam nos outros jogos e que eram tão más e desmotivadoras para os que se encontravam em desvantagem.

Tocando um pouco na apresentação, algo que nunca deixa de surpreender são os pequenos detalhes que podemos encontrar neste jogo. Por exemplo, no Lobby, aquele ecrã gigantesco é na verdade uma Nintendo Switch gigante, onde podemos ver a porta USB-C de carga e na lateral os carris onde inserimos os Joy-Con. E quando jogamos com alguém, podemos ver os hologramas dos jogadores projetados em 2D enquanto esperamos pela próxima batalha. Mas se olhares com atenção consegues seguir a linha de luz e ver o projetor bem lá em cima no tecto a projetar esse jogador. São estes e muitos outros pormenores que dão uma característica única a Splatoon e a outros grandes IPs da Nintendo.

Música? Só o melhor! Splatoon é conhecido por ter músicas bem construídas e energéticas que nos metem o sangue a ferver. Acho que não há muito mais a dizer aqui, além do video que se segue, com a música do Spatfest, para veres o quão fixes as músicas são:

No entanto, acho pena agora termos apenas uma única música para ambas as equipas vencedoras e perdedoras. Por vezes fico ainda uns segundos sem saber quem realmente ganhou a partida, pois a música é sempre a mesma! Acredito que a Nintendo tenha tomado esta decisão para evitar desmoralizar os mais novatos (ou aqueles que odeiam perder constantemente) com uma música negativa. Eu próprio senti-me um pouco assim, nos meus momentos mais sombrios em Splatoon 2. No final de contas, o que importa é a diversão, não é verdade?

A pergunta final

Considerando tudo isto, fica a questão: Vale mesmo a pena comprar Splatoon 3?

A minha resposta pessoal é sim. Mas quero deixar a nota que muitas coisas são vistas como melhorias e não como algo novo. Ainda assim, penso que haja conteúdo suficiente no geral para justificar a compra. Dito isto, caso tenhas lido esta análise na íntegra, cabe a ti tomares a tua decisão!

Splatoon 3 já se encontra disponível para a família de consolas Nintendo Switch, tanto em formato digital como em mídia física.

CONCLUSÃO
Bem fresco!
8.7
Um fanático por Nintendo, de nome "Nintendista", que procura mostrar ao mundo o lado mágico da empresa que o acompanhou durante toda a vida.
splatoon-3-analiseSplatoon 3 veio trazer melhorias de experiência que ainda se encontravam pendentes no jogo anterior. Juntamente com isto, traz-nos algumas novidades ao nível de armas e de personalização da nossa personagem, acrescentando ainda uma nova experiência de jogo de cartas. Não esquecendo também do fabuloso modo de campanha que juntou tudo o que existia de bom nas outras entradas da franquia. Ainda que o jogo pareça uma grande atualização de Splatoon 2, não acho que seja razão para não o adquirir, especialmente se procuras jogar competitivamente.