Numa nova aventura com os Oculus Quest, eis que me chega às mãos mais um título da Resolution GamesAngry Birds: Isle of Pigs, desta vez em VR!

É mesmo verdade, os pássaros chegaram ao mundo da realidade virtual e, nesta entrada, procuram derrubar todos os porquinhos verdes que se apoderaram de uma ilha! Malandrecos!

Com as mecânicas do costume, e as carinhas larocas mais zangadas de sempre, este é um jogo que à primeira vista não tem muito mais a acrescentar a tudo o que já jogámos desta franquia.

No entanto, tratando-se de uma versão VR, tem todo um  potencial para marcar qualquer fã de Angry Birds e, de facto, vou estragar um pouquinho a surpresa, mas olha-me só para esta fofura:

Angry Bird

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Angry Birds: Isle of Pigs é, nada mais nem nada menos, do que uma adaptação da saga que toda a gente já jogou pelo menos uma vez na vida (até a minha gata, mas não tenho grandes certezas de ela ter percebido o conceito destes jogos) e que “já jogámos até, inclusive, nas nossas torradeiras lá de casa”.

Esta é uma franquia que está literalmente em todo o lado: onde o Skyrim não estiver, o Angry Birds vai certamente estar.

Com cerca de 52 níveis que se reflectem em 4 cenários diferentes, no modo normal, e um modo Spooky adicional que não se encontra disponível no Oculus Quest (mas que pude experimentar no Oculus Rift), tendo mais 52 níveis extra contidos neste, aqui mal damos pelo tempo passar enquanto nos divertimos a derrubar estruturas de todo o tipo de construções. Contudo, os desenvolvedores esperam aumentar o número de níveis para 100 níveis até ao fim de ano!

Estimo que, em média, uma pessoa demore 2h30 a conseguir desbloquear todos os níveis normais. Mas claro que a magia deste jogo é conseguir tirar uma pontuação de 3 estrelas em todos os desafios para te poderes exibir.

Isto e o vício muito bem orquestrado das suas mecânicas, permitem prolongar a experiência de jogo em mais umas boas horinhas.

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Em termos de curva de dificuldade, é importante referir que o jogo impinge um ritmo evolutivo bastante flexível para o jogador.

No entanto, tanto dás por ti a fazer uma dezena e meia de níveis de seguida, como dás por ti a encalhar num que te deixa a andar às voltas e às voltas, qual burro a olhar para um palácio!

Isto porque os tipos de estruturas vão variando de cenário para cenário, e elevando a fasquia de dificuldade.

Começando pela madeira, que é a mais fraca de todas, passamos para situações em que temos de quebrar pedra, ou rebentar com balões que trazem outras estruturas suspensas no ar, ou ainda, rebentar com estruturas de gelo escorregadio… E isto, para não falar das mecânicas especiais do modo Spooky, que alteram o cenário e vem acrescentar mais dificuldade para quem procura um maior desafio.

Esta variedade de estruturas é acompanhada por uma boa diversidade de espécies que aqui podemos encontrar no que toca aos próprios angry birds.

Temos o Red, o pássaro vermelho que é a mascote e imagem de marca da franquia, e que tudo o que faz é partir estruturas à cabeçada sem grandes efeitos secundários. Chuck, o pássaro amarelo que consegue acelerar a sua trajectória em pleno voo para obter um impacto diferente, também marca aqui presença.

Bomb tem um nome que não deixa grandes mistérios: o jogador consegue fazer o pássaro explodir a qualquer altura, provocando estragos maiores. Os trigémeos Jim, Jack e Jay, são também uma boa adição que vem apimentar as partidas. Estes dividem-se em 3 trajectórias diferentes ao sinal do jogador.

Angry Birds

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Em termos de controlos, Angry Birds: Isle of Pigs não podia ser mais simples, sendo que empunhas numa mão uma fisga, e com a outra puxas o elástico, manipulando a sua força e trajectória ao mesmo tempo.

No campo visual, o jogo mantém o seu estilo cartoonista e simples, com tons vivos e claros que nos trazem todo o espírito festivo e brincalhão também imprimido na banda sonora da jogo.

Angry Birds: Isle of Pigs já está disponível na PlayStation para PlayStation VR, na APP Store para IOS, na Steam para HTC VIVE, Oculus Rift e Windows Mixed Reality, e na Oculus para Oculus Rift e Oculus Quest.

Se quiseres saber de mais novidades, visita a página Facebook do jogo.

Conclusão da Crítica
O futuro da franquia está aqui
7.5
Cedo me apaixonei pelo mundo do cinema e dos videojogos. A ficção agarrou-me e não me largou mais! A vida levou pelo caminho da Animação e Pós-Produção, mas nos tempos livres, escrevo para voçês.